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  • Lançamento do Livro: Prato Feito: Culinária Brasileira e Suas Origens

    Lançamento do Livro: Prato Feito: Culinária Brasileira e Suas Origens

     
    Junte-se a nós para um evento especial que une Gastronomia, cultura e conhecimento! A UniRitter e o Le Cordon Bleu apresentam o lançamento do livro “Prato Feito: Culinária Brasileira e Suas Origens”, com a presença da CEO da Pluminews, diretora da TAB Marketing Editorial e autora da obra, Simone Pontes.
     
    Além do bate-papo sobre o livro, onde você poderá entender mais sobre o processo de pesquisa das receitas, vamos explorar a riqueza da culinária brasileira e suas histórias em uma troca inspiradora com a autora. Você também terá a oportunidade de conhecer mais sobre o novo curso de Gastronomia da UniRitter com o Le Cordon Bleu, em uma conversa com Vinícius Filipin, coordenador do curso.
     
     
    Data e Hora: 13/02, às 17h00
    Local: UniRitter – Campus FAPA / Prédio 5 (Biblioteca)
    Avenida Manoel Elias, 200, Passodas Pedras, Porto Alegre
     
    Todos os presentes no evento receberão um exemplar exclusivo.
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  • Batucada Brasileira é tema do Carnaval do Bloco da Velha 2025

    Batucada Brasileira é tema do Carnaval do Bloco da Velha 2025

    Organização estima público de 60 mil pessoas reunidas no entorno da Maesa, em Caxias do Sul

     

    A Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e a Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul apresentam a 13ª edição do Carnaval do Bloco da Velha que, neste ano, homenageia os ritmos e instrumentos percussivos nacionais com o tema Batucada Brasileira, elemento essencial em nossas manifestações culturais. O Bloco prevê reunir cerca de 60 mil pessoas.

    A folia está marcada para o dia 2 de março, das 14h às 21h30min, no tradicional endereço: Rua Dom José Baréa, no entorno da antiga Maesa. A entrada, aberta ao público, será pelas ruas Treze de Maio e pela Tronca, esquina com a Vereador Mario Pezzi. O evento é totalmente gratuito e aberto à comunidade.

    O músico Dan Ferretti comandará a Banda Bloco da Velha, que promete agitar o público com sonorização potente distribuída pela rua. Além disso, a Bateria Bloco da Velha, com 15 integrantes, fará apresentações para levar ao público a magia da batucada brasileira. A festa alvissareira também contará com uma setlist de ritmos nacionais do DJ Jorge “Mono” de Jesus. O grupo Dance Tudo, coordenado pelo dançarino Rodrigo Scherer, será o responsável por tornar o dia ainda mais divertido, juntamente com a bem-humorada personagem vivida pelo ator Davi de Souza, a Bastiana.

    Nesta edição, o camarote tem muitas novidades: o ingresso único dá direito a todos os benefícios Open Bar e Open Food. O espaço oferece maior conforto e, além de comidas e bebidas incluídas, conta com banheiros exclusivos, tablado, áreas de sombra e muito mais. E não para por aí: agora o camarote abrirá às 11 horas, antes do início oficial do Bloco, com uma feijoada e roda de samba para ir aquecendo os tamborins. Os ingressos começam a ser vendidos ao meio-dia de domingo, dia 26/01, no valor promocional de R$ 250,00, no site Minha Entrada. A partir do dia 27, segunda-feira, também poderão ser adquiridos na Livraria Do Arco da Velha ou com os comissários do evento.

     

    Serviço

    O quê: Bloco da Velha 2025 – 13ª edição – Batucada Brasileira

    Quando: 2 de março, domingo, das 14h às 21h30min

    Onde: Rua Dom José Baréa, no entorno da antiga Maesa

     

     

    Realização: Do Arco da Velha Livraria e Café
    Patrocínio: Supermercados Andreazza e Racon Consórcios
    Produção: Personnalite Eventos

    Financiamento: Pró-Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Lei de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul

  • Ansiedade escolar: psiquiatra explica como identificar sintomas e ajudar crianças no retorno às aulas

    Ansiedade escolar: psiquiatra explica como identificar sintomas e ajudar crianças no retorno às aulas

    Especialista alerta para os impactos emocionais e físicos desse período e destaca estratégias para pais e alunos

    Com o fim das férias escolares, o início de um novo ano letivo traz uma mistura de expectativas e desafios para muitas crianças e adolescentes. Embora para alguns esse seja um momento empolgante, para outros, as incertezas podem desencadear sintomas de ansiedade. Segundo Mariana Uebel, médica da VS Clinic e PhD em Psiquiatria, é importante que pais e responsáveis fiquem atentos aos sinais e saibam como apoiar os pequenos nessa transição.

    “Sabemos que as crianças não têm tanta facilidade de expressar verbalmente as suas emoções e aquilo que elas sentem. Então, muitas vezes, se expressam através do corpo. Por isso, a ansiedade pode se manifestar de diversas formas, com sintomas físicos como náusea, vômito, diarreia ou distúrbios do sono. Além disso, medos excessivos, baixa no rendimento escolar e recusa de executar atividades antes realizadas também são sinais importantes”, explica Mariana.

    A especialista destaca que crianças que mudam de escola ou que já têm uma predisposição à ansiedade, como no caso de transtornos como TOC ou ansiedade de separação, podem ser mais vulneráveis. Se não tratada, a ansiedade escolar pode impactar o desempenho acadêmico, prejudicar a autoestima e até desencadear problemas emocionais de longo prazo, como depressão. Para lidar com essas situações, Mariana sugere estratégias simples, como visitar a escola antes do início das aulas, conhecer os professores, apresentar um colega que pode ser seu ‘melhor amiguinho’ e introduzir as rotinas da sala de aula, criando uma rotina de adaptação.

    “Quando a criança superar os desafios, elogie. Validar os sentimentos e criar um ambiente de segurança emocional é fundamental”, aconselha. “O cérebro da criança gosta de previsibilidade. Então, falar com ela e repetir várias vezes o que vai acontecer ao longo do dia, valorizando os momentos em que ela estará na escola, motivando-a de forma positiva e também os momentos depois, quando se reencontrará com os pais. Além disso, os pais podem contar histórias que aconteceram com eles, de vulnerabilidade, histórias em que superaram o desafio ou histórias similares de personagens que ela gosta. O que aumenta a resiliência é ter alguém ao nosso lado. Então, os pais podem dar um bilhetinho, um amuleto, uma música para ela cantar enquanto está com saudade, mostrando que sim, os pais estarão presentes, mas de outra forma”, recomenda.

    Nos casos em que a ansiedade persiste e interfere no dia a dia, Mariana afirma que buscar ajuda de um profissional de saúde mental é essencial. “Um psiquiatra pode ajudar a entender a origem da ansiedade e propor um tratamento adequado, considerando a intensidade dos sintomas e a idade da criança”, acrescenta.

    Por fim, a médica lembra aos pais a importância de administrar suas próprias emoções: “As crianças percebem quando estamos nervosos. Estar calmo e disponível é o primeiro passo para ajudá-las a enfrentar esse novo desafio com confiança”, afirma. “Muitas vezes, o que elas mais precisam é de validação. Ajudá-las a fazer planos para lidar com qualquer coisa específica com a qual estejam preocupadas, antecipando os desafios e bolando juntos como resolver os problemas. O principal é colocar-se no lugar da criança, lembrar dos seus primeiros dias de aula, sem desmerecer o que ela está sentindo, ao mesmo tempo em que serve de porto seguro e encoraja o novo desafio que vem pela frente”, finaliza a especialista.

  • Projeto Arte no Moinho une o teatro gaúcho em apresentações gratuitas

    Projeto Arte no Moinho une o teatro gaúcho em apresentações gratuitas

    Iniciativa apoiada pelo Fort Atacadista vai promover encontros artísticos de diferentes companhias teatrais gaúchas, durante cinco finais de semana. Estreia terá grupo de Caxias de Sul e de Canoas.

    Uma iniciativa vai unir cinco grupos de teatro de diferentes regiões do Rio Grande do Sul e a trupe do Grupo Ueba no projeto Arte no Moinho. A estreia é neste sábado (8) no Centro Cultural Moinho da Cascata, em Caxias do Sul, sede do Grupo Leva Produtos Notáveis. O projeto é uma realização do Grupo Ueba e do Moinho da Cascata, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do RS (LIC Pró-Cultura RS) e conta com o patrocínio do Fort Atacadista, Central de Rações e Redemac Docasa. A Arte no Moinho vai promover encontros artísticos de diferentes grupos teatrais gaúchos, com dupla finalidade: oferecer programação artística e entretenimento ao público de forma gratuita e promover trocas de experiências e conhecimentos entre os grupos por meio do compartilhamento de técnicas e a exploração de novas formatações. A programação irá se estender ao longo de cinco finais de semana, mesclando exibições de peças do repertório do Grupo Ueba aos sábados e a do grupo teatral convidado aos domingos. O público poderá se divertir e se deliciar com teatro de rua, teatro de bonecos, palhaçaria, teatro de luzes e sombras.

     

    “O Grupo Pereira sempre incentiva a cultura nos locais onde está e não seria diferente no Rio Grande do Sul, onde inaugurou sua primeira loja em Canoas há quase dois anos. Nesse sentido, o projeto Arte no Moinho está alinhado ao nosso propósito de apoiar a comunidade e o acesso à cultura não só da região de Caxias do Sul, onde está inserido, mas também de outras regiões do Estado, como parte do próprio projeto”, ressalta Simone Cotta, head de comunicação corporativa e ESG do Grupo Pereira.

     

    Na estreia do projeto, o Grupo Ueba apresenta no sábado (8) o espetáculo Circo ZeZ, que faz parte do seu repertório desde 2014, e no domingo (9) recebe o GrupoDe Pernas Pro Ar, de Canoas, para a apresentação da peça O Lançador de Foguetes. As duas atrações estão programadas para as 17h e são direcionadas ao público de todas as idades, com entrada gratuita.

     

    Fundado em 1988, o Grupo De Pernas Pro Ar tem como marcas fundamentais a afirmação da linguagem do teatro de rua e do teatro de máquinas com experimentos curiosos e intrigantes, construídos a partir dos devaneios do inventor Luciano Wieser, que recebeu o “Prêmio 2018 – Mestres das Maquinarias”. Com o uso de objetos descartados em ferros-velhos, briques e quinquilharias, somados às provocações de tecnologias advindas de Tayhú DW e Txai DW e o olhar crítico e mão sensível de Raquel Durigon, as construções trazem engenhosas engenharias de engenhocas, instrumentos musicais inusitados, bonecos/máquinas, autômatos e robotizadas, compondo as dramaturgias e estéticas inusitadas de seus espetáculos.

     

    Aproveitando a visita do grupo convidado, o projeto Arte no Moinho prevê, em turno inverso, um encontro cultural de pesquisa, oportunidade para as duas companhias teatrais, Ueba e convidada, trocar experiências, debater e dialogar, propor exercícios cênicos, experimentar novas vivências, desenvolver outras possibilidades artísticas e trocar conhecimento. A intenção é que cada grupo saia impactado e com novas ideias para continuar suas atividades. Ao final, será produzido um dossiê dos encontros, que serão conduzidos pelo pesquisador Márcio Silveira.

     

    Os fundadores do Grupo Ueba, Aline Zilli e Jonas Piccoli, destacam que o projeto surgiu da vontade do Ueba de intercambiar também com outros grupos. Por isso a escolha de cinco companhias teatrais com diferentes linguagens e de regiões diversas do Estado, para, além de ofertar as apresentações artísticas para a comunidade de Caxias, também enriquecer os trabalhos de pesquisa, aprofundar novas técnicas e aprimorar conhecimentos. “Esse é o ponto de partida dessa ideia. É um projeto que, além das apresentações, impacta diretamente o público neste primeiro momento, e também busca contribuir para a atualização e o futuro do teatro. Acreditamos que esses aprendizados e essas trocas entre os grupos irão reverberar em novas produções e em outros aprimoramentos”, afirmam.

     

    É uma iniciativa também para formação e qualificação do Grupo Ueba, que, através desses encontros de pesquisa e das apresentações, vai renovar seu olhar para a arte e para o teatro, garantindo a continuidade do grupo e a manutenção de suas atividades de forma potente e contemporânea. “O Arte no Moinho vai potencializar o trabalho artístico do Grupo Ueba, valorizar seu espaço no Moinho da Cascata e a sua trajetória, e ofertar para o público encontros únicos de teatro e arte produzida no Rio Grande do Sul”, garantem Aline e Jonas.

     

    SINOPSE DE CIRCO ZeZ – GRUPO UEBA

     

    Os palhaços Zão e Zoraida se reencontram e resolvem brincar de circo. Eles dão asas à imaginação e montam o circo com objetos e roupas que encontram em casa, como duas crianças em busca de diversão. Entre as grandes atrações do Circo ZeZ estão números de mágica e acrobacia, além de muitas trapalhadas tentando domar um leão. O erro deles garante o riso da plateia.

     

    SINOPSE DE O LANÇADOR DE FOGUETES – GRUPO DE PERNAS PRO AR

     

    O Lançador de Foguetes, personagem excêntrico e virtuoso, está à procura do lugar ideal para a excelência de sua experiência dita científica. Através do seu triciclo, recheado de elementos cênicos, calcula os fenômenos

    físicos que podem interferir nesta jornada. Utiliza os malabares circenses e as engenhocas astrológicas para medir as distâncias, calcular o vento e, junto com a energia do público, faz o lançamento dos seus foguetes… Ideias ao ar. Atenção! Nem sempre as medições, coordenadas insufladas em função das correntes marítimas ventais hexagonais, somadas à ação gravitacional do planeta em mudança e à energia materializada do pensamento, proporcionam um lançamento com excelência.

     

    SERVIÇO

     

    O QUÊ: Projeto Arte no Moinho

    PROGRAMAÇÃO DE ESTREIA:

    8 de fevereiro, às 17h – Circo ZeZ/Grupo Ueba

    9 de fevereiro, às 17h – O Lançador de Foguetes/Grupo de Pernas Pro Ar

    LOCAL: Centro Cultural Moinho da Cascata (Rua Henrique Riboldi, 69, bairro Marechal Floriano, Caxias do Sul)

    ENTRADA: Gratuita

    REALIZAÇÃO: Grupo Ueba Produtos Notáveis e Centro Cultural Moinho da Cascata

    FINANCIAMENTO: Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC Pró-Cultura RS)

    PATROCÍNIO: Fort Atacadista, Central de Rações e Redemac Docasa

    INFORMAÇÕES: site do Grupo Ueba e redes sociais @grupoueba e @moinhodacascata

    *Em caso de chuva, os espetáculos poderão sofrer alterações.

     

    Sobre o Grupo Pereira:

    Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completou 62 anos de história em 2024. Atualmente, conta com 20 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

    O Grupo Pereira tem 132 unidades de negócio, incluindo 31 lojas da rede de supermercados Comper, 65 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 25 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker – distribuidor oficial da Nestlé -, 5 agências de viagens e 2 postos de combustível. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros da Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1 milhão de cartões emitidos, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.

    O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.

    Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.

    Sobre o Grupo UEBA Produtos Notáveis:

    Fundado há 20 anos por Aline Zilli e Jonas Piccoli, o Grupo Ueba Produtos Notáveis é reconhecido pelas produções teatrais inovadoras, com contribuição significativa para a cena cultural da Serra Gaúcha e do Rio Grande do Sul. Além do destaque reconhecido e premiado no teatro, com peças de produção autoral que já circularam por todas as regiões do Brasil e também em outros países, o grupo tem incursão na literatura e no cinema. Há 10 anos, o Grupo Ueba ocupa as instalações do Centro Cultural Moinho da Cascata, um edifício histórico do patrimônio cultural de Caxias do Sul que foi tombado e revitalizado, combinando tradição e modernidade em meio à natureza e próximo da área urbana. O espaço permanece aberto ao público aos finais de semana, das 14h às 19h, contando com cafeteria, biblioteca infantil e infantojuvenil, área de jogos de tabuleiro, sala de exposição, espaço garden com área pet friendly, acessibilidade e inclusividade, além, é claro, do tradicional espaço destinado às artes cênicas.

  • Kopstein se prepara para investir R$ 550 milhões em Porto Alegre

    Kopstein se prepara para investir R$ 550 milhões em Porto Alegre

    Para 2025, estão previstos dois grandes lançamentos em bairros nobres da cidade

    A Kopstein inicia 2025 em um dos seus melhores momentos, resultado dos empreendimentos Varanda e Parreiras 153 – entregues em 2023 e 2025, respectivamente – e da bem-sucedida expansão para São Paulo em 2024. Neste ano, a empresa planeja investir mais de R$ 550 milhões na capital gaúcha, em empreendimentos com apartamentos acima de 300 m² privativos, com ênfase na boa arquitetura e em memoriais descritivos altamente qualificados.

    No primeiro trimestre de 2025, será lançado o empreendimento Artigas, em parceria com a Woss Incorporadora, na Rua Lucas de Oliveira, de VGV superior a R$ 200 milhões, com apartamentos de mais de 450 m² privativos — os maiores já desenvolvidos pela empresa em Porto Alegre. No segundo semestre, apresentarão um novo edifício na Rua Barão de Ubá, onde o VGV será acima de R$ 300 milhões. Este será o segundo empreendimento na cidade em parceria com o arquiteto Isay Weinfeld, dando continuidade ao êxito do Edifício Varanda.

    “Estamos bastante empolgados com os lançamentos planejados para este ano e para o futuro próximo. São projetos que traduzem o que acreditamos e aprendemos nos últimos anos”, reforça o diretor Pedro Kosptein. Os projetos assinados pela Kopstein como incorporadora e construtora, em 2025, reforçarão o posicionamento da marca em relação à qualidade da arquitetura e execução de obras.

    “Por sermos uma empresa de nicho, a expansão para São Paulo foi um movimento natural e após o sucesso do edifício Serena, manteremos nosso plano de expansão. No entanto, nossas raízes estão em Porto Alegre, onde continuaremos a atuar em projetos cada vez mais qualificados, além de fortalecer parcerias estratégicas”, explica o diretor.

    Investimento em São Paulo

    As operações da Kopstein em São Paulo começaram em 2021, como uma joint-venture junto à Liv Incorporadora (Liv Inc). Em 2024 foi lançado o primeiro empreendimento, o Edifício Serena, um projeto com o arquiteto Isay Weinfeld, no Jardins, em um dos bairros mais nobres da capital paulista. “Nossa estreia no mercado paulistano foi um enorme sucesso, com 90% das unidades vendidas no lançamento do empreendimento. Esse desempenho nos motiva a seguir com dois grandes projetos em São Paulo programados para este ano, já com alta demanda”, afirma Pedro.

    História da empresa

    “Nossa história começa com meu avô, David Kopstein, nascido em 1918, em uma colônia judaica em Santa Maria. Em 1941, ele deu início à construção de casas em Pelotas e, posteriormente, expandiu a atuação para Porto Alegre, onde a família se estabeleceu em 1958”, conta Pedro. Ele afirma que desde então, a cidade tornou-se parte essencial da identidade da empresa.

    Sua entrada na Kopstein aconteceu em 1999, ano em que participou do seu primeiro lançamento junto à empresa. “Nasci e fui criado aqui, e Porto Alegre segue abrigando a base principal da nossa empresa. Acreditamos no nosso papel, como incorporadores, de qualificar e valorizar os locais com os quais temos identificação e vínculos pessoais. Por isso, continuamos investindo e construindo na cidade” finaliza.

  • Os benefícios dos alunos não usarem o celular na escola: uma perspectiva psicológica

    Os benefícios dos alunos não usarem o celular na escola: uma perspectiva psicológica

    Dayana Garcia é psicóloga e orientadora educacional da educação infantil no Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília

    A proibição do uso de celulares em salas de aula não é uma novidade em muitos países, como França e Canadá, onde políticas semelhantes já foram implementadas com o objetivo de melhorar o foco dos alunos e reduzir distrações. No Brasil, a recente lei nacional que proíbe o uso desses dispositivos nas escolas ganhou destaque por seu caráter amplo e obrigatório, abrangendo tanto instituições públicas quanto particulares. Segundo especialistas em educação, como apontado em estudos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o uso excessivo de celulares em ambientes escolares está associado à queda no desempenho acadêmico e ao aumento da dispersão. Além disso, a medida visa combater problemas como o cyberbullying, que afeta a saúde mental dos jovens, e o uso inadequado de dispositivos, como gravações não autorizadas, que violam a privacidade de alunos e professores. A implementação da lei tem gerado debates sobre sua eficácia, mas também reforça a necessidade de equilibrar o uso da tecnologia com um ambiente escolar mais seguro e produtivo.

    Sob a ótica da psicologia, a nova lei traz benefícios importantes para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo dos alunos. Vamos explorar como essa medida pode impactar positivamente a vida dos estudantes, ajudando-os a se concentrar melhor, a se relacionar mais e a lidar de forma mais saudável com a tecnologia.

    Um dos principais benefícios da proibição dos celulares é o aumento da capacidade de concentração dos alunos. Psicologicamente, o cérebro humano tem dificuldade em realizar multitarefas de forma eficiente. Quando os estudantes estão com o celular em mãos, mesmo que apenas para “checar rapidamente” uma mensagem, isso interrompe o fluxo de atenção necessário para absorver o conteúdo das aulas. Sem o aparelho, eles conseguem se focar mais no que está sendo ensinado, o que pode melhorar o desempenho acadêmico e a retenção de informações.

    O uso excessivo de celulares, especialmente das redes sociais, está associado a níveis mais altos de ansiedade e estresse entre os jovens. A necessidade constante de verificar notificações, responder mensagens ou acompanhar as atualizações dos amigos pode criar uma pressão psicológica desnecessária. A proibição do celular na escola oferece um “respiro” desse ciclo, permitindo que os alunos se desconectem por algumas horas e se dediquem a atividades mais presenciais e significativas. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e promover um maior equilíbrio emocional.

    Outro benefício importante é o estímulo às interações sociais face a face. Com o celular longe do alcance, os alunos são “forçados” a conversar entre si, a resolver conflitos pessoalmente e a desenvolver habilidades de comunicação que são essenciais para a vida adulta. A psicologia mostra que a capacidade de se relacionar de forma saudável e empática é fundamental para o bem-estar emocional. A escola, como um ambiente de convivência, ganha um papel ainda mais relevante nesse aspecto com a proibição dos dispositivos móveis.

    Sem o celular, os alunos também têm mais oportunidades de se envolver em atividades que promovem o autoconhecimento e a criatividade. Em vez de passar os intervalos olhando para uma tela, eles podem ler um livro, desenhar, praticar esportes ou simplesmente refletir sobre seus pensamentos e sentimentos. Esses momentos de “ócio produtivo” são importantes para o desenvolvimento da introspecção e da capacidade de lidar com o tédio, algo que a geração atual, acostumada ao estímulo constante das telas, tem dificuldade de experimentar.

    cyberbullying, ou bullying virtual, é um problema grave que afeta muitos jovens. Com a proibição dos celulares, a escola se torna um espaço mais seguro, onde os alunos estão menos expostos a comentários maldosos, humilhações e outras formas de violência online. Psicologicamente, isso contribui para um ambiente mais acolhedor e menos hostil, o que é essencial para o desenvolvimento emocional e saudável dos estudantes.

    Por fim, a proibição do celular na escola ajuda os alunos a estabelecerem uma relação mais equilibrada com a tecnologia. Em vez de dependerem constantemente do aparelho, eles aprendem a usá-lo de forma consciente e moderada. Isso é importante porque, na psicologia, o uso excessivo de tecnologia pode levar a problemas como dependência digital, dificuldade de concentração e até mesmo prejuízos ao sono. A escola, ao limitar o uso do celular, contribui para a formação de hábitos mais saudáveis.

    A nova Lei de proibição do uso de celulares nas escolas traz benefícios que vão além da melhora no rendimento acadêmico. Do ponto de vista psicológico, ela promove um ambiente mais tranquilo, estimula as interações sociais, reduz a ansiedade e ajuda os alunos a desenvolverem uma relação mais saudável com a tecnologia. É claro que a mudança pode ser desafiadora no início, especialmente para os jovens que estão acostumados a ter o celular como parte do seu dia a dia. No entanto, a longo prazo, essa medida pode contribuir para o bem-estar emocional e o desenvolvimento integral dos estudantes, preparando-os para um futuro onde a tecnologia seja usada de forma consciente e equilibrada.

    * O conteúdo do artigo assinado não representa necessariamente a opinião do Mackenzie.