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  • Está chegando: Porto Alegre em Cena tem início nesta sexta-feira

    Está chegando: Porto Alegre em Cena tem início nesta sexta-feira

    31ª edição do festival terá noite especial de abertura no Theatro São Pedro

    Chegou a hora! O 31º Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre Em Cena, que conta com patrocínio premium da Petrobras começa nesta semana! Em edição especial, exclusivamente realizada com artistas gaúchos, o festival terá um momento especial no Theatro São Pedro na sexta-feira, dia 22, com apresentação de Pai Guaíba. Realizada pela Bataclã FC, o espetáculo tematiza poeticamente a relação de Porto Alegre com os cursos da água da cidade e percorre o rock, o rap e o samba gaúcho, com participações de Eliane Marques, Jéferson Tenório, Bruno Negrão e Paola Kirst vocalizando poemas próprios e de autores e autoras negros fundamentais na literatura gaúcha negra do século XX e XXI.

    A noite de sexta, dia 22, marca a abertura da programação do evento, que segue até dia 01 de dezembro de 2024 e conta com mais de 80 atividades, entre espetáculos de teatro, performances, leituras e mais de 15 atividades formativas, que visam à construção de práticas relacionadas à criação artística e à produção cultural no universo das artes cênicas.

    A edição que celebra o teatro do Rio Grande do Sul presta uma homenagem especial a Carla Vendramin, um dos grandes nomes da dança gaúcha. Artista multifacetada, docente, produtora e articuladora cultural, Carla, que nos deixou em janeiro deste ano, é a grande homenageada do festival em 2024.

    A programação completa da 31ª edição do Porto Alegre em Cena pode ser conferida no site do festival e os ingressos podem ser adquiridos no site da SYMPLA e na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, de terça à domingo das 12h às 20h, no andar térreo. Os ingressos custam entre R$ 20 e R$ 40 e a programação contempla também diversos espetáculos e atividades gratuitos.

    O 31° Porto Alegre em Cena – Festival Internacional de Artes Cênicas conta com o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com patrocínio premium da Petrobras, patrocínio master da BB Asset e patrocínio de Itaú, Panvel e Zaffari, a gestão cultural é da Primeira Fila Produções, e a realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e do Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução. Crédito: Jeff Granja

  • Empreendedorismo Feminino: conheça a empresária gaúcha de 25 anos que lidera o maior grupo de comunicação de moda do Sul do País

    Empreendedorismo Feminino: conheça a empresária gaúcha de 25 anos que lidera o maior grupo de comunicação de moda do Sul do País

    Victória Thomaz é CEO do Grupo Nós Somos Moda de Comunicação

    Pensar em empreender é pensar em desafios. Para as mulheres, isso se torna ainda maior. De acordo com uma pesquisa do Sebrae, no que se refere a sobrecarga de responsabilidades, 76% das mulheres se sentem sobrecarregadas ao tentar equilibrar os cuidados com a família e a empresa, em comparação com 55% dos homens.

    Apesar desses números, ainda segundo o Sebrae, 48% dos negócios no Brasil são liderados por mulheres. No Sul do Brasil, esse fenômeno se intensifica, refletindo um ambiente propício para o surgimento de novas ideias e negócios. No Rio Grande do Sul, as mulheres representam cerca de 42% dos empreendedores, um indicador de que a participação feminina no mercado está se expandindo.

    Victória Thomaz, jovem de 25 anos que se tornou uma referência no setor de moda e beleza, hoje é CEO do Grupo Nós Somos Moda de Comunicação, o maior grupo do Sul do Brasil dedicado a esse segmento. Sua jornada começou aos 15 anos, com o lançamento de um blog que reunia informações sobre marcas, eventos e influenciadores. Era como um hobby. Lá, fazia resenhas de produtos e dava dicas de moda. Com a notoriedade que alcançou, muitas marcas passaram a demonstrar interesse em parcerias. “Eu recebia sapatos, bolsas, maquiagens e convites para participar de alguns eventos por causa do blog. Tudo mudou quando fui chamada para uma parceria com o Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC). Essa parceria foi o que deu início à empresa que temos hoje. Até agora, eles continuam sendo nossos clientes”, contou.

    Prestes a completar 10 anos em 2025, o Grupo Nós Somos Moda se destaca em estratégias e produções para marcas de moda e beleza, contando com uma equipe de mais de 30 profissionais. A empresa se firmou pela abordagem inovadora e assertiva, atendendo clientes em diversas regiões do Brasil e realizando campanhas em mais de seis países. “Estamos muito satisfeitos com a história que estamos construindo. O crescimento da empresa reforça a importância de uma comunicação eficaz”, destaca Victória.

  • A Resistência Silenciosa e Brilhante das Mulheres Negras na Educação

    Por Fabiani Fortes, Colunista

    Em cada esquina do Brasil, a influência da cultura negra pulsa em ritmos, sabores e histórias. É impossível imaginar o que somos como nação sem as contribuições da África, profundamente enraizadas na alma brasileira. O dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, marca um momento para refletir, celebrar e considerar as vozes que transformam nosso país – mesmo diante de adversidades imensuráveis.

    Zumbi dos Palmares, cuja morte é lembrada nesses dados, personifica a resistência. Líder do Quilombo dos Palmares, sua luta contra o sistema colonial é um lembrete do poder de se opor à injustiça. Mas Zumbi não estava só. A resistência negra tem vozes femininas que, em diferentes épocas, escolheram a educação como sua trincheira. Mulheres que, com coragem e sabedoria, desafiaram estruturas racistas para moldar um futuro mais igualitário. Vamos a elas.

    Iniciamos com Antonieta de Barros. Imagine Santa Catarina nos anos 1930: uma mulher negra, jornalista e professora, erguendo sua voz em um parlamento dominado por homens brancos. Antonieta de Barros foi essa mulher extraordinária. Como primeira deputada negra do Brasil, ela acreditava que o caminho para a emancipação era a alfabetização. Seu legado inclui a criação de cursos gratuitos para trabalhadores, iniciativas que abriram portas para muitos que, até então, não tinham sequer uma janela de oportunidade.

    Antonieta nos ensina que educar é um ato político. É plantar sementes de igualdade, mesmo quando o solo parece infértil. Sua história ressoa em um país onde o direito ao aprendizado ainda é um privilégio negado a muitos.

    Agora, viaje até São Paulo das décadas de 1950 e 60, para conhecer Carolina Maria de Jesus. Moradora da favela do Canindé, Carolina não teve uma educação formal extensa, mas isso não impediu de se tornar uma das escritoras mais importantes do Brasil. Seu diário, publicado como Quarto de Despejo, desnudou a miséria e as excluídas enfrentadas pelos marginalizados.

    Carolina não apenas documentou a desigualdade; ela educou uma nação. Sua obra é uma aula de empatia, uma lição que reverbera até hoje, lembrando-nos de que a educação não acontece apenas dentro de quatro paredes.

    Avançamos no tempo para encontrar Marielle Franco, uma mulher que transcendeu a política tradicional. Nascida na Maré, no Rio de Janeiro, Marielle dedicou sua vida a projetos educacionais voltados para jovens negros e periféricos. Ela acreditava que a educação era a chave para a consciência política e o empoderamento.

    Sua voz foi silenciada, mas o eco de suas ações continua. Marielle não apenas estudou; ela mostrou que a transformação social começa com a valorização das histórias e experiências dos invisibilizados.

    Essas mulheres são exemplos de que a educação pode ser uma arma mais poderosa contra a desigualdade. Eles não apenas ensinaram conteúdo, mas ensinaram coragem. Foram arquitetas de um Brasil que, apesar de suas contradições, ainda podem sonhar com justiça social.

    No Dia da Consciência Negra, ao celebrar a herança de Zumbi, que também pensamos nas mãos femininas que construíram pontes onde antes havia muros. O legado de Antonieta, Carolina e Marielle é um convite à ação: que cada um de nós, à sua maneira, eduque, resista e transforme.

    Porque, no fim das contas, cada dia de consciência é um dia de resistência. E cada ato de educação é um passo em direção à liberdade.

  • Helena Schenell celebra a vida

    Helena Schenell celebra a vida

    Amigos e familiares foram recepcionados ontem, no australiano Didier no bairro Bela Vista na capital gaúcha, para celebrar junto com a empresária Helena Schenell, a chegada de mais um ciclo de vida. Boas conversas, lembranças e boa gastronomia não faltou para os convidados. Foi um sucesso!

  • Enóloga que já percorreu mais de mil vinícolas no mundo celebra 20 anos à frente da Vinho e Arte

    Enóloga que já percorreu mais de mil vinícolas no mundo celebra 20 anos à frente da Vinho e Arte

    Natural de Garibaldi, Maria Amélia tem uma carreira marcada por grandes contribuições ao setor vitivinícola brasileiro. Ela é a responsável pela pesquisa histórica dos 100 anos do “Champagne do Brasil”, tendo atuado como consultora na revitalização da Vinícola Peterlongo, além de projetos importantes em outras regiões de vinho no Brasil, sendo fundamental na criação de vinhos assinados pelo cineasta Jayme Monjardim
     
    No próximo dia 30 de novembro, a empresa de enoturismo Vinho e Arte, liderada pela enóloga Maria Amélia Duarte Flores, completa duas décadas de trajetória. Comemorando um histórico de mais de mil vinícolas visitadas ao redor do mundo, a Vinho e Arte não só se consolidou como referência no universo dos vinhos e experiências culturais, mas também foi pioneira em abrir caminhos inovadores no turismo de vinho.
    Figura inspiradora, a garibaldense iniciou sua carreira aos 14 anos, quando ingressou no curso Técnico em Enologia em Bento Gonçalves. Aos 20, já havia concluído a formação superior, traçando um caminho que uniria sua paixão por vinhos, turismo e cultura. “Sempre gostei da cultura do vinho em seus aspectos mais amplos: as paisagens, as histórias dos agricultores, o acolhimento do campo, a arte de receber e compartilhar momentos”, diz a enóloga, que ao longo de 20 anos de Vinho e Arte, acompanhou viajantes em mais de 30 roteiros, sempre transformando cada viagem em uma experiência única.
    Entre os principais destinos estão várias regiões do Brasil, além de países como Uruguai e Argentina, onde explorou Neuquén, Bariloche, Entre Rios e Mendoza. No Chile, percorreu áreas renomadas como Maipo, Colchagua, Casablanca e a Ilha de Páscoa. Em Portugal, destacou-se também a Ilha da Madeira, enquanto na Espanha e na França visitou áreas icônicas como Bordeaux, Borgonha, Alsácia, Rhône, Provença, Córsega e Champagne. Na Itália, explorou a Costa Amalfitana, Sicília, Piemonte, Toscana, Vêneto, Sardenha e Puglia. Também conheceu a região de Valais, na Suíça, Melbourne, na Austrália, e Nova Zelândia.
    Ao longo dos anos, o que realmente fez e segue fazendo a diferença nessas mais de mil vinícolas visitadas – das mais simples às mais glamurosas – são as pessoas e o atendimento personalizado que oferecem, destaca Maria. Como exemplo inspirador, menciona a enóloga portuguesa Filipa Pato, filha do lendário Luis Pato, que compartilha de seus valores e representa um modelo de autenticidade e dedicação no universo do vinho.
    Com idades a partir dos 40 anos, o público da Vinho e Arte é composto por famílias, casais e aqueles que preferem viajar sozinhos oriundos especialmente do Brasil, mas também do Uruguai. A proposta central é celebrar a liberdade das pessoas em qualquer fase da vida, especialmente das mulheres, até então com pouco espaço entre os enófilos, proporcionando a oportunidade de ser feliz, criar histórias e, nesse processo, o vinho surge como um elo de conexão.
    Inovação no turismo de vinho e os próximos passos de Vinho e Arte
    Ao longo desses 20 anos, Maria Amélia firmou roteiros icônicos como Mendoza, na Argentina, Provence, na França, e a Costa Amalfitana, na Itália – três destinos encantadores que continuam entre os preferidos dos clientes. O vinho é, sem dúvida, o grande atrativo dessas viagens, mas Maria Amélia faz questão de agregar momentos de arte, cultura e música. “Nossos tours têm um caráter cultural, seja na visita a museus, vinícolas com vínculos históricos ou em roteiros que incluam grandes shows, como Coldplay e Eros Ramazzotti”.
    Sempre atenta às mudanças e ao desejo dos viajantes de explorar além dos roteiros tradicionais, a enóloga revela novidades para os próximos anos: destinos como Austrália, Nova Zelândia, Alemanha e África do Sul, que prometem integrar cultura e vinho em novas paisagens e contextos. A transição que acompanha a celebração das duas décadas não se dá apenas na escolha dos destinos: reflete também uma aproximação da Vinho e Arte com o público, levando em consideração o perfil dos viajantes fiéis que a acompanham ao longo dos anos.
    “Para mim, cada cliente é como um amigo que sempre volta, e, ao longo das viagens, vamos construindo um elo único que vai muito além da paixão pelo vinho. É sobre criar memórias e amizades. É sobre cuidar de forma carinhosa das pessoas, além do vinho”, comenta Maria Amélia.
    Um final de semana de celebração em Garibaldi
    Para marcar esta data histórica, a enóloga convida apreciadores e amigos para um final de semana de celebração em Garibaldi, de 29 de novembro a 1 de dezembro, repleto de encontros, aprendizado e, claro, muito vinho. O cronograma incluirá degustações exclusivas, encontro de produtores e importadoras convidadas, e visitas a vinícolas locais. A grande festa ocorrerá na Linha São Gotardo, lugar de grande significado para Maria Amélia, num espaço para eventos e experiências, aliando a beleza cênica da paisagem, a história das imigrações e toda esta magia e liberdade das viagens internacionais que ela realiza. “Será um encontro de gerações e culturas, representando o que de melhor a plataforma construiu ao longo dos anos”, destaca.
    Uma degustação especial está programada para o sábado à tarde, com cinco rótulos raríssimos produzidos em 2004, ano de fundação da Vinho e Arte. Entre as preciosidades estarão o Miolo Terroir (Brasil), Mas La Plana (Espanha), Coppola Rubicon Estate (Califórnia), Família Zuccardi (Argentina) e o icônico Clos Apalta. O painel proporcionará uma imersão histórica e cultural, oferecendo aos participantes a chance única de provar vinhos de 20 anos, em uma atmosfera mágica e inesquecível. A apresentação será conduzida pela enóloga Maria Amélia Duarte Flores, acompanhada de convidados especiais. Valor: R$ 450,00. As vagas estão praticamente esgotadas.
    Mais sobre Maria Amélia Duarte Flores
    Maria Amélia é uma das figuras mais influentes do enoturismo brasileiro. Pós-graduada em gestão e marketing do turismo, atuou na Secretaria de Turismo de Garibaldi entre 2001/2002. Além de ter acumulado experiência na Expand, uma das mais prestigiadas importadoras de vinho do país, e de ter estagiado na Chandon, ela participou de projetos de pesquisa e revitalização do patrimônio histórico de Garibaldi e lançou o livro “Diagnóstico do Enoturismo Brasileiro” pelo Ibravin.
    Em 2004, decidiu fundar a Vinho e Arte e, desde então, levou milhares de pessoas a explorar a cultura do vinho de forma única, celebrando o prazer do vinho em contextos culturais e artísticos. Foi colunista do jornal Zero Hora por oito anos, coordenadora da Fundação Ecarta e responsável pela pesquisa histórica dos 100 anos do “Champagne do Brasil”.
    Realiza tours internacionais de viagens desde 2004, tendo visitado mais de duas mil vinícolas pelo mundo, além de palestras motivacionais e cursos específicos. Em 2012, junto com Andiara Flores, através de SEBRAE e IBRAVIN, escreveu o Diagnóstico do Enoturismo Brasileiro, considerada uma das primeiras publicações oficiais do tema no país. Ainda hoje, atua na área de consultoria para empresas vinícolas que desejam inovar, lançar projetos na área de turismo e eventos. Seus marcos principais, além do resgate da Vinícola Peterlongo, foram a implantação e inauguração da Guatambu e a reestruturação da Villa Francioni. A proximidade com Jayme Monjardim se dá com o filme “O tempo e o vento”, resultando no projeto Villa Matarazzo. Hoje a enóloga ainda realiza consultorias específicas através da empresa, além da organização de eventos privados, palestras e treinamentos. É coordenadora do projeto “Núcleo Cultural do Vinho”, da Fundação Ecarta, em Porto Alegre.
    Aos 45 anos, Maria Amélia vê no sucesso da Vinho e Arte o reflexo de um trabalho feito com amor e dedicação. “Sei o que é o palco e o bastidor, o abraço e o tapinha nas costas… mas nada supera os brindes, as risadas e as amizades construídas”, reflete. A Vinho e Arte continua, assim, a unir gerações em torno do vinho e da cultura, celebrando as paisagens, os sabores e as histórias que fazem cada experiência única.
    Informações Imprensa: Jornalista Tati Feldens | 51.9.9836.8652
  • Eletric Move Brasil se consolida como um dos principais eventos de eletromobilidade, de sustentabilidade e de energias renováveis do país e garante edição para 2025

    Eletric Move Brasil se consolida como um dos principais eventos de eletromobilidade, de sustentabilidade e de energias renováveis do país e garante edição para 2025

    Mais da metade dos expositores já demonstrou interesse em participar da próxima edição da Feira de Veículos, Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis

    A segunda edição da Eletric Move Brasil foi encerrada com grande êxito, consolidando-se como um dos principais eventos do setor de mobilidade elétrica, sustentabilidade e energias renováveis do país. Realizada em Caxias do Sul, na Serra gaúcha, de 7 a 10 de novembro, a Feira reuniu grandes nomes da indústria, iniciando com a palestra do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Márcio de Lima Leite, e finalizando com a apresentação do presidente da Randoncorp, Daniel Randon, e do presidente da Empresa Brasileira de Aviação (Embraer), Francisco Gomes Neto. A Eletric Move também contou com inovações tecnológicas e importantes avanços para o futuro da mobilidade sustentável no país.

    Mais da metade dos expositores já demonstrou interesse em participar da edição do próximo ano. “A avaliação foi muito positiva. Saímos satisfeitos com os expositores e com a visitação durante os quatro dias. A sustentabilidade foi um dos grandes pilares, não apenas pelo foco em mobilidade elétrica, mas também pela crescente presença de carros, motos e patinetes elétricos à venda, além de uma forte prospecção na área de energia solar e no mercado de equipamentos de recarga e de acessórios”, reforça o coordenador da Eletric Move, Antônio Feldmann.

    Nesta edição, estreou a Rodada de Negócios, uma iniciativa do Sebrae RS, que conectou empresas do setor com o objetivo de fomentar parcerias e novos negócios. Segundo o coordenador de atendimento do cliente, Aldoir Bolzan, a estimativa de geração de negócios nos próximos 12 meses é de R$ 2 milhões, refletindo o crescente interesse e potencial do mercado de mobilidade elétrica no Brasil.

    A feira também foi palco para o lançamento de novos produtos e tecnologias. Entre as principais inovações, destacou-se a entrega da primeira van elétrica à Amazon, fabricada pela caxiense Arrow Mobility, um marco para a indústria local e um avanço significativo no transporte de carga sustentável. “Tivemos a oportunidade de expor a nossa empresa, tanto para o ramo empresarial quanto aos visitantes que tiveram a oportunidade de ver de perto a primeira van elétrica desenvolvida e produzida em Caxias do Sul”, afirma o head de atendimento e mentor da Arrow, Roberto Poloni.

    Em outra frente, o 4º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica foi divulgado, trazendo um panorama detalhado sobre o cenário da mobilidade elétrica no país e as previsões para o futuro do setor. A Feira também proporcionou uma experiência única aos visitantes, com a simulação de um “carro voador”, antecipando os próximos passos da inovação tecnológica no transporte.

    Durante a Eletric Move Brasil foram arrecadados mais de 500 kg de alimentos, que serão destinados à Fundação Caxias, reforçando o compromisso entre o evento e a comunidade local.

    Com um volume positivo de negócios e uma programação rica em conteúdo e inovações, a Eletric Move Brasil se firma como um evento essencial para o fortalecimento da mobilidade elétrica no Brasil. A terceira edição da feira já está confirmada para 2025, prometendo ainda mais novidades e oportunidades para o setor. A expectativa é que, com o avanço das tecnologias e o aumento da adesão à eletrificação no transporte, a próxima edição seja ainda mais impactante e relevante para todos os envolvidos.