Categoria: Cultura

  • Casa de Cultura Mario Quintana promove edição especial do Samba do Quintana no domingo, 05 de novembro 

    Casa de Cultura Mario Quintana promove edição especial do Samba do Quintana no domingo, 05 de novembro 

    Edição Sambas de Protesto conta com a participação de Edu Meirelles e a banda residente Thiago Ribeiro & Amigos

    Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria e programação da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

    Em sintonia com o Mês da Consciência Negra, a Casa de Cultura Mario Quintana promove no domingo, 05 de novembro, uma edição especial do Samba do Quintana, com o tema Sambas de Protesto, a partir das 16h. O projeto realizado pela Casa, com criação e curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, tem como objetivo promover a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Na data, os espectadores, que lotam a travessa Rua dos Cataventos a cada primeiro domingo do mês, poderão conferir gratuitamente as apresentações de Edu Meirelles e Thiago Ribeiro & Amigos, banda residente do projeto.

    O projeto Sambas de Protesto nasceu justamente no Samba do Quintana. Por conta do encontro de Meirelles e Ribeiro na edição de agosto do evento, a dupla desenvolveu a ideia de construir um repertório voltado a canções que trazem mensagens sobre temas raciais, religiosos e sociais que apresentem algum tipo de protesto. Além de composições autorais da dupla, o público poderá conferir versões de Wilson da Neves, Paulo Cesar Pinheiro, Zé Keti, Bezerra da Silva, entre outros.

    Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga oInstituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação 24 horas por dia. Segundo a diretora da CCMQ, Germana Konrath, “uma roda de samba na rua é a melhor maneira de afirmar o caráter cultural e democrático da Casa e de ampliar a inserção da música no nosso dia a dia”.

    Para a curadora e organizadora, o sucesso das cinco primeiras edições, que mobilizou mais de 2.000 pessoas, e promoveu o trabalho de 18 artistas locais, confirma o interesse no estilo pelos porto-alegrenses: “encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”. O projeto, que segue até dezembro com edições mensais, já contou com as participações de Glau Barros, Pâmela Amaro e Herdeiras do Samba, Cláudia Quadros e Luiza Helena.

    A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Julia Gregório (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia.

    O artista convidado desta edição é Edu Meirelles, que apresenta sua versão violeiro e cantautor, persona antecipada em Sinto na Pele, Pura Poesia e Black de Respeito, singles lançados em 2021 que fazem parte do seu segundo álbum, Terreiro no meu Quintal, que tem lançamento previsto para 2024. O trabalho surge como um campo de força de Meirelles, onde o artista expressa suas mandingas, visões e referências. Seu disco de estreia autoral, Escambo, foi um dos eleitos do livro “100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho”, e seu trabalho como instrumentista é conhecido na cena musical do Rio Grande do Sul, por integrar projetos de artistas como Luciano Leães & The Big Chiefs, Fernando Noronha & Black Soul, Alemão Ronaldo, entre outros. O músico porto-alegrense também faz parte da banda base de artistas norte-americanos em turnê pelo Brasil, como Larry McCray,  Eddie C. Campbell, Whitney Shay, Tia Carroll, Willie Walker, Tom Worrel e Cerissa MacQueen. Com o grupo de rock Instrumental Pata de Elefante gravou o álbum Julio Rizzo e Pata de Elefante, onde compôs duas canções: Xeque-mate e Canzone per Gabrielli. Meirelles apresentará durante a sexta edição do Samba do Quintana uma série de canções inéditas que integram seu novo álbum, no momento em processo de gravação.

    Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil.

    O Samba do Quintana acontece no domingo, 05 de novembro, às 16h. O bar Térreo vai contar com produtos promocionais durante o evento, com chopp com valor especial e dose dupla de drinks selecionados. Em caso de chuva a atividade será transferida para 19 de novembro, também um domingo.Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

    A CCMQ é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e tem o patrocínio do Banrisul.

    SAMBA DO QUINTANA

    Edição Sambas de Protesto

    Com Edu Meirelles + Thiago Ribeiro & amigos

    Domingo, 05 de novembro, a partir das 16h – em caso de chuva o evento será transferido.

    Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre)

    Entrada Francamente

    Fotos: Thiele Elissa

    Fotos: Thiele Elissa

  • Produção audiovisual brasileira Idealizada pela jornalista gaúcha Tati Feldens em parceria com o chef sul-mato-grossense Paulo Machado brilha no ART & TUR em Portugal 

    Produção audiovisual brasileira Idealizada pela jornalista gaúcha Tati Feldens em parceria com o chef sul-mato-grossense Paulo Machado brilha no ART & TUR em Portugal 

    A Rota Gastronômica Pantaneira venceu em duas categorias: “Melhor Filme de Gastronomia” e “Melhor Filme Brasileiro” 

    Na semana passada, Caldas da Rainha foi o palco para a 16ª edição do ART & TUR – “International Tourism Film Festival,” um dos eventos mais respeitados no mundo do audiovisual voltado para o turismo. Nesse festival, o filme “Rota Gastronômica Pantaneira” produzido pela Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul com o apoio do Sebrae-MS, foi o grande destaque, levando para casa dois prêmios: “Melhor Filme de Gastronomia” e “Melhor Filme Brasileiro.”

    O documentário, idealizado pelo Chef sul-mato-grossense Paulo Machado e a jornalista gaúcha Tatiana Feldens, apresenta empreendimentos localizados em diferentes regiões do Pantanal, incluindo Aquidauana, Miranda, Corumbá e Nhecolândia, todos unidos pela preservação de suas origens e a riqueza de sua gastronomia regional.

    “Estau muito feliz com esse prêmio. É a gastronomia sendo reconhecida de forma pluricultural. O documentário audiovisual se torna ainda mais apetitoso e vibrante quando associado à gastronomia, especialmente quando essa culinária é enriquecida com os sabores regionais e artesanais dos empreendimentos da nossa rota pantaneira. Ainda há muitos sabores para serem descobertos em nosso Mato Grosso do Sul,” comentou o Chef Paulo Machado.

    Durante o festival, 82 filmes, selecionados entre os 262 inscritos de 47 países, foram exibidos. Esses filmes foram avaliados por um júri composto por 43 jurados. O ART&TUR Festival já havia sido realizado nas últimas seis edições no Centro de Portugal, e este ano, teve lugar em Caldas da Rainha.

    O sucesso do filme “Rota Gastronômica Pantaneira” não apenas destaca o potencial turístico do Pantanal, mas também ressalta a importância de preservar as tradições e a riqueza culinária dessa região única do Brasil. O Brasil, mais uma vez, se destaca internacionalmente, promovendo sua cultura e turismo por meio do cinema e da gastronomia. O material pode ser conferido através do YouTube https://www.youtube.com/channel/UCg_fn9mHEdEfwQwHKup-mCA ou perfil do instagram https://www.instagram.com/rotagastronomicapantaneira/ .  A captação das imagens ficou à cargo da produtora PGI Play, dos sócios Gui Costa Leite e Marcio Padilha. A direção é de Elis Regina Nogueira.

    captura 2018
    captura 2018

  • Castanha-do-Brasil: Nutrição, Sustentabilidade e Cultura Amazônica

    Originária das florestas amazônicas, a castanha-do-brasil (ou castanha-do-pará) é um verdadeiro patrimônio nacional, se destacando tanto por suas propriedades nutricionais quanto pela sua contribuição socioeconômica para diversas comunidades tradicionais na região Norte do país. Bertholletia excelsa é o nome científico da árvore que, sob o bioma da floresta, produz esse valioso fruto, juntando o desenvolvimento sustentável com a rica biodiversidade local.

    A castanha-do-brasil provém de uma árvore enorme e longeva, cuja existência é profundamente enraizada na cultura e ecossistema amazônico. As castanheiras podem alcançar até 60 metros de altura e têm a capacidade de viver por séculos, como exemplifica uma centenária árvore na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Cristalino, que, com seus surpreendentes 1.000 anos, ainda se mantém produtiva.

    O consumo de castanhas-do-brasil é associado a diversos benefícios à saúde, dada a sua rica composição nutricional. Ela é uma excelente fonte de selênio, um poderoso antioxidante que atua na prevenção de doenças cardíacas e câncer, além de contribuir para a saúde cerebral e da tireoide. Além disso, suas gorduras saudáveis, fibras e proteínas fazem dela um snack energético e saciante.

    Para as comunidades locais, a castanheira não é apenas um gigante da floresta, mas também uma fonte vital de sustento. A extração da castanha propicia uma renda essencial para muitas famílias, sendo, ao mesmo tempo, um incentivo para a conservação das florestas, pois demonstra que uma árvore em pé pode ser mais valiosa do que derrubada.

    A experiência de explorar as belezas naturais e o riquíssimo ecossistema onde a castanheira se faz presente é algo que se pode vivenciar nas atividades do Cristalino Lodge. Localizado em meio à floresta amazônica, este hotel proporciona uma experiência ímpar, conduzindo seus visitantes por trilhas guiadas, onde se pode testemunhar de perto a imponência dessas árvores centenárias e a biodiversidade que as circunda.

    No seio da RPPN do Cristalino, os visitantes têm o privilégio de experimentar as castanhas-do-brasil frescas, extraídas diretamente de suas formidáveis fontes. A consciência ecológica é uma premissa no Cristalino Lodge, onde se promove o turismo responsável e sustentável, contribuindo para a preservação de espécies ameaçadas e incentivando práticas de conservação.

    A castanha-do-brasil é muito mais do que um fruto; é um símbolo da capacidade da natureza de oferecer alimento, saúde e sustento, tudo em uma única cápsula. Ao proteger as castanheiras e promover a exploração sustentável de seus frutos, garantimos não apenas a preservação da espécie, mas também a perpetuação de práticas que beneficiam as comunidades locais e a saúde do planeta. A experiência no Cristalino Lodge reforça a relação harmoniosa entre homem e natureza, demonstrando que é possível coexistir, explorar e conservar de maneira equilibrada e responsável.

    Sobre o Cristalino Lodge

    O Cristalino Lodge é um destino privilegiado na Amazônia para amantes da natureza. O hotel está localizado em Alta Floresta, em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de 11.399 hectares – uma área seis vezes maior do que o arquipélago de Fernando de Noronha. Só de aves, são quase 600 espécies catalogadas, muitas delas raras para a ciência. A alta biodiversidade da região atrai visitantes do mundo todo em busca de conforto e contato com a floresta autêntica no coração do Brasil.

    O Cristalino Lodge possui 18 bangalôs abastecidos com energia solar, duas torres de observação, mais de 30km de trilhas para passeios guiados e atividades como canoagem e banho de rio no deck flutuante. A gastronomia Amazônica, assinada pelo renomado Chef Fábio Vieira, complementa a experiência no hotel com muito estilo. Desde 1990, a Fundação Ecológica Cristalino contribui com o lodge no desenvolvimento de programas de conservação, educação e pesquisa em prol da biodiversidade. Eleito pela National Geographic Traveler como um dos 25 melhores ecolodges do mundo, o Cristalino Lodge recebeu o certificado GreenLíderes TripAdvisor na categoria Platinum e foi vencedor do prêmio de sustentabilidade da Brazilian Luxury Travel Association – BLTA.

    CRISTALINO LODGE

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Fones: +55 (66) 3521-2221

    WhatsApp: +55 (11) 93432-2121

    info@cristalinolodge.com.br

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  • CHC Santa Casa recebe Terra sem Mapa neste final de semana

    CHC Santa Casa recebe Terra sem Mapa neste final de semana

    Sessão de domingo, 22 de outubro, contará com intérprete de LIBRAS

    Sucesso desde sua estreia, espetáculo celebra os 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

    Fotos Vilmar Carvalho

    Terra Sem Mapa retorna ao teatro do CHC Santa Casa para duas apresentações neste final de semana, nos dias 21 e 22 de outubro. O espetáculo contará com intérprete de LIBRAS na sessão de domingo, às 18h.

    “A memória é terra sem mapa, sem contorno, sem fronteira”. Assim se movem Luba-Mirna e Vrum-Sergio em seu teatro sobre migrações e travessias, exílios e encontros, vida e morte. Em TERRA SEM MAPA, artistas e seus duplos narram histórias, cantam e dançam numa celebração poética da existência, apesar da dor e dos descaminhos. Histórias que tecem o passado e o presente. As travessias estão por todos os lados: mares que se agitam ou se acalmam, fronteiras móveis ou arames ameaçadores, a premência de abandonar lares e atravessar tormentas em busca da vida prometida. Nesse contexto de migrações, Terra Sem Mapa fala por imagens, cartas, mensagens distantes ou publicações da imprensa e pela ficção, as quais têm âncora firme na realidade das terras de acolhimento. E não só por aqui: nossos tempos registram diariamente a diáspora de diferentes populações cruzando países ou mares inseguros, a pé, em botes frágeis, agarrados ao imenso desejo de viver e sem garantia nenhuma de vida.

    Fotos Vilmar Carvalho
    Fotos Vilmar Carvalho

    Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

    Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação.

    Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam.

    Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

    Fotos Vilmar Carvalho

    Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. As apresentações ocorrem às 20h no sábado e às 18h no domingo, com ingressos entre R$ 33,60 e R$ 67,20 à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/  ou uma hora antes das apresentações. O CHC Santa Casa fica na Av. Independência, 75.

    Saiba Mais

    Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.


    TERRA SEM MAPA NO CHC SANTA CASA – COM SESSÃO COM LIBRAS

    21 de outubro, sábado, 20h e 22 de outubro, domingo, 18h – sessão com LIBRAS

    CHC Santa Casa – Av. Independência, 75

    Ingressos à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/ entre 33,60 e 67,20

    Duração: 55 minutos

    Classificação Livre

    Ficha Técnica:

    Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

    Colaboração Artística: Carlos Mödinger

    Figurino: Rô Cortinhas

    Iluminação: Ricardo Vivian

    Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

    Trilha sonora original: Gustavo Finkler

    Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

    Identidade Visual: Leandro Selister

    Fotografia: Adriana Marchiori

    Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

    Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

    Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

    Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

  • 40 Anos de Hip-Hop no Rio Grande do Sul em Uma Jornada de Cultura e Resistência

    40 Anos de Hip-Hop no Rio Grande do Sul em Uma Jornada de Cultura e Resistência

    Há quatro décadas, um movimento cultural e musical emergiu nas ruas do Rio Grande do Sul, deixando uma marca indelével na cena artística e social do estado. O Hip-Hop, com suas raízes profundas na expressão, autenticidade e luta por justiça social, celebra 40 anos de influência no cenário gaúcho.

    No início dos anos 1980, as primeiras manifestações de Hip-Hop chegaram a Porto Alegre. Influenciados pelos movimentos de resistência em Nova York, os jovens gaúchos adotaram o rap, o breakdance, o graffiti e o DJing como formas de se expressar e protestar. Inicialmente, encontraram resistência e incompreensão, mas perseveraram.

    Com o passar dos anos, o Hip-Hop se consolidou como uma cultura vibrante e poderosa. Batalhas de MCs, competições de breakdance e eventos de graffiti começaram a ganhar notoriedade, atraindo seguidores e admiradores de todas as idades.

    Uma característica notável do Hip-Hop gaúcho é seu compromisso com a justiça social e a conscientização. As letras do rap muitas vezes abordam questões como desigualdade, racismo, violência e opressão, servindo como uma voz para comunidades marginalizadas e desfavorecidas.

    O Hip-Hop também desempenhou um papel vital na promoção da inclusão e da diversidade. Muitos grupos e artistas têm lutado contra estereótipos e preconceitos, promovendo a igualdade e a unidade.

    Ao longo de quatro décadas, o Hip-Hop se enraizou profundamente na cultura gaúcha. Hoje, o estado é o lar de uma cena Hip-Hop vibrante, com artistas talentosos que conquistaram reconhecimento nacional e internacional. O Rio Grande do Sul se tornou um epicentro de criatividade e inovação no Hip-Hop brasileiro.

    Enquanto celebramos 40 anos de Hip-Hop no Rio Grande do Sul, é importante olhar para o futuro. O movimento continua a evoluir e a se adaptar às mudanças sociais e tecnológicas. Com o poder da música, da dança e da arte, o Hip-Hop permanece como uma força de resistência e transformação, inspirando gerações futuras a se expressarem, lutarem por justiça e celebrarem a diversidade.

    Neste marco histórico, o Hip-Hop no Rio Grande do Sul demonstra que, embora o tempo tenha passado, sua mensagem de empoderamento, igualdade e cultura continua tão relevante como sempre. Esta jornada de quatro décadas é apenas o começo de uma longa história de criatividade e impacto na cultura gaúcha.

  • Focus Cia. de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich nos dias 21 e 22 de outubro no Theatro São Pedro

    Focus Cia. de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich nos dias 21 e 22 de outubro no Theatro São Pedro

    Sessões ocorrem no Theatro São Pedro com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

    A carioca Focus Cia. de Dança desembarca na capital gaúcha no mês de outubro para apresentar dois espetáculos em três sessões no Theatro São Pedro. O espetáculo Bichos Dançantes, primeira obra infantil da companhia, terá única apresentação no dia 21 de outubro, às 16 horas. Já Still Reich, espetáculo com três indicações ao Prêmio Cesgranrio de Dança e vencedor de melhor coreografia, será apresentado nos dias 21 e 22 de outubro, sábado às 20h e domingo às 18h. Os trabalhos têm a direção, texto, concepção e coreografia de Alex Neoral. Os ingressos custam R$40 a inteira e R$20 a meia. Esta circulação conta com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

    Bichos Dançantes é um trabalho que conta com vozes de grandes artistas, como Reynaldo Gianechini, Lucinha Lins, Evelyn Castro, Gabriel Leone, José Loreto e Mateus Solano, entre outros. Essas potentes vozes são interpretadas pelos corpos dos bailarinos da Focus Cia de Dança que dão vida a esses personagens. O espetáculo é uma aventura onde oito bichos se deparam com um desejo em comum, e assim recebem um desafio de Elisa, uma jabuti que completa cem anos e quer fazer dessa data tão especial algo inusitado. Catorze personagens desenham essa jornada cheia de mensagens e pensamentos que serão absorvidas tanto por crianças quanto por adultos.

    A criação de um espetáculo direcionado ao público infantil é desejo antigo de Alex Neoral, diretor artístico e coreógrafo da Focus Cia de Dança. “Bichos Dançantes é mais um desafio cumprido com excelência pela Cia, que nasceu com o intuito de reforçar o comprometimento com a comunicação e a um maior acesso de todos à arte”, comenta o diretor. “Este trabalho é um convite ao entretenimento para crianças de 0 a 100 anos, e é também uma oportunidade de compartilharem um momento lúdico e de aprendizado através da arte e da dança”, completa Neoral.

    O texto é de autoria do próprio coreógrafo que além de estrear o espetáculo infantil, também estreia como autor e lança o livro com a história e diálogos da peça. As músicas são compostas pela dupla TUIM, Felipe Habib e Paula Raia, com letras e arranjos todos originais e criados especialmente para esse espetáculo. As canções e a trilha incidental complementam a narrativa que mistura humor, alegria, questionamentos e muita diversão. “Esta é uma oportunidade para avivar nossas crianças interiores e constatar que o desafio de Elisa (que na verdade, todos nós procuramos) está mais perto do que imaginamos”, comenta o diretor.

    Still Reich

    Still Reich reúne, em um programa único, peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano, Steve Reich. Inspirado pelo vigor e construções musicais de suas composições, Alex Neoral apresenta quatro de suas obras neste espetáculo: “Pathways”, “Trilhas”, “Wood Steps” e “Keta”. O espetáculo foi vencedor do Prêmio Cesgranrio de Dança como melhor coreografia e ainda indicado como melhor bailarino e melhor bailarina.

    Segundo Alex Neoral, Still Reich, que significa ‘ainda Reich’, é como se o compositor ainda continuasse o inspirando. Depois de quinze anos da primeira peça que criou com músicas dele, novamente o coreógrafo se inspira em suas músicas para a concepção de uma nova obra. “O espetáculo apresenta peças coreográficas que se assemelham muito com às composições de Reich, que apresentam um fascínio pela combinação, pela questão abstrata, que vira uma música, assim como as coreografias, que combinam gestos aleatórios, criando universos a partir disso, sem um assunto pré-existente”, explica Neoral.

    “Pathways”, com a música  Music for Pieces of Wood, traz em sua construção uma síntese da linguagem da Focus e o desafio de criar uma nova obra a partir de trechos pré-existentes. Apresentado inicialmente em Stuttgart, na Alemanha, foi um trabalho elogiado pelo público e pela crítica, tendo sido remontado para o ‘CityDance Ensemble’ – hoje ‘Company E’ –, de Washington DC. Já “Trilhas” é um extrato do espetáculo ‘Ímpar’, que aborda o instante e a partícula do momento que pode e muda o seguinte. Na fisicalidade, Neoral construiu a coreografia inspirado em fugas, escapadas e corridas; assim, como na música Different Trains – After the War, há traços de tensão. Ambos trabalhos já foram apresentados na Alemanha, França, Itália, Panamá, além de inúmeras cidades brasileiras.

    Em “Wood Steps”, a inspiração vem da vida nômade: pessoas que moram no “mundo” e fazem de seus pés as suas casas. O trabalho utiliza a percussão de pés para criar ritmos e marcações para a obra Proverb de Reich, onde a escrita coreográfica ganha o solo, explorando uma movimentação pesada e inusitada, fortificando a relação com o chão que se pisa. A metáfora do sapato,  que  possibilita  ir  mais  longe  e  nele guarda muitas histórias de quem o usa.

     “Keta”, significa terceiro em Iorubá. Reich compôs Drumming, música da peça, em uma viagem que fez à Gana na África. Esse universo tribal e ritualístico, de alguma forma, é levado para a cena através de uma construção coreográfica veloz, viva e orgânica, mostrando corpos em sua máxima potência em um trabalho vigoroso e ao mesmo tempo humano.

    A companhia

    Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

     Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Há 10 anos, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção publicado Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.

    Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

    Equipe Bichos Dançantes: Direção Artística, concepção, coreografia e texto: Alex Neoral | Direção de Produção e Gestão: Tatiana Garcias | Coordenação de Projeto: Taysa Diniz | Assistente de Direção e Ensaiado: Luisa Vilar | Produção Executiva : Giseli Ribeiro | Direção dos atores: Alex Neoral e Felipe Habib | Trilha original: Tuim | Felipe Habib e Paula Raia | Iluminação: Renato Machado | Figurinos: Ursula Fêlix | Cenário: Natália Lana | Adereços: Orlando Sergio | Programação Visual: Barbara Lana | Ilustração: Eléonore Guisnet | Fotos: Dan Coelho, Dantas Jr. , Manu Tasca, Sabrina da Paz | Atores | vozes em off | Lucinha Lins, Reynaldo Gianechini, Mateus Solano, Tânia Alves, José Loreto, Bianca Byington, Vilma Melo, Juliana Alves, Evelyn Castro, Fernanda Abreu, Gabriel Leone, Jefferson Shroeder, Pedro Lima, Felipe Habib e Paula Raia | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Malli, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fontes e Wesley Tavares | Patrocínio Oficial: Petrobras | Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas

    Equipe Still Reich: Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral | Direção de Produção: Tatiana Garcias | Produção Executiva: Giselli Ribeiro | Iluminação: Binho Schaefer | Técnico de Iluminação: Anderson Ratto | Técnico de Palco: Paulo Berbeto | Visagismo e Figurinos: André Vital | Confecção de Figurinos: Jacira Garcias | Redação: Mônica Riani | Fotos: Manu Tasca e Paula Kossatz | Programação Visual: Barbara Lana | Mídias Sociais: GuiiuG Comunicaçao | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Mallí, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares

    Serviço

    Focus Cia de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich

    Bichos Dançantes

    21 de outubro às 16h – Classificação: Livre

    Still Reich

    21 de outubro às 20h; 22 de outubro às 18h – Classificação: 12 anos

    Ingressos: R$ 40,00 inteira | R$ 20,00 (meia-entrada)

    Local: Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre

     Informações: 51 2106-8000

    Vendas

    bilheteria do teatro e pelo site https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/home

    COLABORADORES PETROBRAS – Desconto de 50% na compra de até dois ingressos mediante apresentação do crachá.